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Vacina Caraguá

Publicado em: 19/07/2021
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Vacina Caraguá
Vacina Caraguá

Quem está sendo vacinado?

  • Idosos com mais de 60 anos;
  • Pessoas de 18 a 59 anos com comorbidades;
  • Pessoas de 18 a 59 com deficiência;
  • Transplantados imunossuprimidos de 18 a 59 anos;
  • Pessoas com síndrome de Down com mais de 18 anos;
  • Pacientes em terapia renal substitutiva (hemodiálise) de 18 a 59 anos;
  • Gestantes (em qualquer período de gestação) e puérperas (com até 45 dias após o parto), acima de 18 anos;
  • Adultos de 25 a 59 anos sem comorbidades.

Onde e como receber a vacina? 

Idosos, transplantados, pessoas com síndrome de Down, gestantes e puérperas: deverão procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBSs);

Pessoas de 18 a 59 anos com comorbidades e deficiência; profissionais da Educação acima de 18 anos; adultos de 25 a 59 anos sem comorbidades: serão agendados pelo ‘Vacina Caraguá’ do aplicativo ‘Caraguatatuba 156’. A vacinação será nas Unidades Básicas de Sáude (UBSs).

Pacientes em terapia renal substitutiva (hemodiálise): esses precisam entrar em contato com a clínica onde fazem o tratamento. Eles serão vacinados no local.

É importante ressaltar que as pessoas desses grupos prioritários estão sendo imunizadas de acordo com as exigências e critérios determinados pelo plano de imunização do governo estadual.

Outras aplicações 

A Prefeitura de Caraguatatuba já aplicou a vacina contra a Covid-19 em profissionais e trabalhadores tanto da saúde quanto da educação (acima de 47 anos) e motoristas do transporte coletivo urbano, de acordo com as orientações do Plano de Imunização Estadual (PEI).

Serão vacinadas as pessoas com as seguintes comorbidades (de acordo com o Plano Estadual de Imunização – PEI ):

  • Síndrome de Down: trissomia do cromossomo 21 (a Síndrome é identificada pela existência de três cópias do cromossomos 21, ao invés de dois).
  • Diabetes mellitus: qualquer pessoa com diabetes
  • Pneumopatias crônicas graves: indivíduos com pneumopatias graves incluindo doença pulmonar obstrutiva crônica, fibrose cística, fibroses pulmonares, pneumoconioses, displasia broncopulmonar e asma grave (uso recorrente de corticoides sistêmicos, internação prévia por crise asmática).
  • Hipertensão arterial resistente (HAR): pessoas hipertensas nas quais a pressão arterial permanece acima das metas recomendadas com o uso de três ou mais anti-hipertensivos de diferentes classes, em doses máximas preconizadas e toleradas, administradas com frequência, dosagem apropriada e comprovada adesão ou pressão arterial controlada em uso de quatro ou mais fármacos anti-hipertensivos.
    Exemplos de remédios anti-hipertensivos: Losartana; Atenolol; Captopril; Enalapril; Hidroclorotiazida; Carvedilol, entre outros.
  • Hipertensão arterial – estágio 3: pressão arterial sistólica (máxima) ≥180mmHg e/ou diastólica (mínima) ≥110mmHg independente da presença de lesão em órgão-alvo (LOA) ou comorbidade.
  • Hipertensão arterial – estágios 1 e 2 com lesão e órgão-alvo e/ou comorbidade: pressão arterial sistólica (máxima) entre 140 e 179mmHg e/ou diastólica (mínima) entre 90 e 109mmHg na presença de lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade.
  • Insuficiência cardíaca: pacientes com fração de ejeção (porcentagem de sangue ejetada a cada batimento do coração) reduzida, intermediária ou preservada; em estágios B, C ou D, independente de classe funcional da New York Heart Association (método de classificação dos níveis de insuficiência cardíaca).
  • Cor-pulmonale (alteração no ventrículo direito) e Hipertensão pulmonar: Cor-pulmonale crônico, hipertensão pulmonar primária ou secundária.
  • Cardiopatia hipertensiva: hipertrofia ventricular esquerda ou dilatação, sobrecarga atrial e ventricular, disfunção diastólica e/ou sistólica (alteração no relaxamento ou contração do músculo do coração), lesões em outros órgãos-alvo.
  • Síndromes coronarianas: síndromes coronarianas crônicas (Angina Pectoris estável, cardiopatia isquêmica, pós Infarto Agudo do Miocárdio, outras).
  • Valvopatias: lesões valvares (nas válvulas) com repercussão hemodinâmica ou sintomática ou com comprometimento miocárdico (estenose ou insuficiência aórtica; estenose ou insuficiência mitral; estenose ou insuficiência pulmonar; estenose ou insuficiência tricúspide, e outras).
  • Miocardiopatias e Pericardiopatia: Miocardiopatias de quaisquer etiologias ou fenótipos; pericardite crônica; cardiopatia reumática.
  • Doença da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas: aneurismas, dissecções, hematomas da aorta e demais grandes vasos (veia cava, artéria pulmonar, veias pulmonares).
  • Arritmias cardíacas: arritmias cardíacas com importância clínica e/ou cardiopatia associada (fibrilação e flutter atriais; e outras).
  • Cardiopatias congênitas no adulto: cardiopatias congênitas com repercussão hemodinâmica, crises hipoxêmicas (redução do oxigênio do sangue); insuficiência cardíaca; arritmias; comprometimento miocárdico.
  • Próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados: Portadores de próteses valvares biológicas ou mecânicas; e dispositivos cardíacos implantados (marca-passos, cardio desfibriladores, ressincronizadores, assistência circulatória de média e longa permanência).
  • Doença cerebrovascular: acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico ou hemorrágico; ataque isquêmico transitório; demência vascular.
  • Doença renal crônica: doença renal crônica estágio 3 ou mais (taxa de filtração glomerular < 60 ml/min/1,73 m2) e/ou síndrome nefrótica (transtorno renal).
  • Hemoglobinopatias graves: anemia falciforme (anemia relacionada a uma alteração no formato dos glóbulos vermelhos – parecido com o de uma “foice”) e talassemia maior (doença relacionada a defeitos na produção de hemoglobina).
  • Obesidade mórbida: Índice de massa corpórea (IMC) ≥ (maior ou igual a) 40.
  • Cirrose hepática: Cirrose hepática Child-Pugh A, B ou C.
  • Imunossuprimidos: Indivíduos transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; pessoas vivendo com HIV e CD4 <350 células/mm3; doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente > 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticoide e/ou ciclofosfamida; demais individuos em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias.

Documentos exigidos no dia da vacinação

No caso da pessoa com comorbidades, para receber a dose do imunizante é necessário apresentar um documento que comprove a condição e que contenha o CRM do médico. Podendo ser: exames, receitas, relatório médico ou prescrição médica.

Já a pessoa com deficiência deverá apresentar o comprovante do recebimento do BPC da Assistência Social.

Além disso,  todas as pessoas devem estar munidas do RG ou CNH e apresentar um comprovante de residência.

Unidades de Saúde onde estão sendo aplicadas as doses da vacina contra COVID-19

UBS Ademir Reis; UBS José Maurício Borges; UBS Porto Novo; UBS Morro do Algodão; UBS Tinga; UBS Jaraguazinho; UBS Rio do Ouro; UBS Sumaré; UBS Casa Branca; UBS Jetuba; UBS Massaguaçu.

Vacina Caraguá

Baixe aqui o aplicativo Caraguatatuba 156

O agendamento se mantém através do ‘Vacina Caraguá’ no aplicativo ‘Caraguatatuba 156’. Por isso, a pessoa deve estar atenta às notificações para que confirme a vacinação. Ela será informada por e-mail e pelo próprio aplicativo.

As pessoas deverão comparecer na unidade de saúde com data e hora, agendadas pelo “Vacina Caraguá”.

Para fazer o cadastro no ‘Vacina Caraguá’ é necessário baixar o aplicativo ‘Caraguatatuba 156’ que está disponível para smartphonesAndroid e IOS.

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